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Rudi Foguinho Lagemann

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- Depois de trabalhar de manhã o programa de sábado à tarde: cardápio sem glúten. Frango assado ao molho chutney de manga; fatias de batatas cozidas ao molho de ervas, salada primavera com granola ao molho siciliano. Vinho branco da Toscana! Opção vegana, é só tirar o frango. Para ler, e por isto o prato de motivação italiana, o romance "Fontamara", de Ignazio Silone. Escrito em 1933, considerado um dos grandes livros da literatura mundial do século XX, parece falar da vida rural de recantos do Brasil de hoje!!
- Depois de trabalhar de manhã o programa de sábado à tarde: cardápio sem glúten. Frango assado ao molho chutney de manga; fatias de batatas cozidas ao molho de ervas, salada primavera com granola ao molho siciliano. Vinho branco da Toscana! Opção vegana, é só tirar o frango. Para ler, e por isto o prato de motivação italiana, o romance "Fontamara", de Ignazio Silone. Escrito em 1933, considerado um dos grandes livros da literatura mundial do século XX, parece falar da vida rural de recantos do Brasil de hoje!!
- Depois de trabalhar de manhã o programa de sábado à tarde: cardápio sem glúten. Frango assado ao molho chutney de manga; fatias de batatas cozidas ao molho de ervas, salada primavera com granola ao molho siciliano. Vinho branco da Toscana! Opção vegana, é só tirar o frango. Para ler, e por isto o prato de motivação italiana, o romance "Fontamara", de Ignazio Silone. Escrito em 1933, considerado um dos grandes livros da literatura mundial do século XX, parece falar da vida rural de recantos do Brasil de hoje!!
- Domingo de trabalho em casa é também dia de fazer pausa para cozinhar. A base dos dois pratos é idêntica e batizei com o mesmo nome: Prato Ministro Barroso. Composto de: Arroz negro acompanhado de cozido de palmito natural, abobrinha e tomate mais salada verde com tomate cereja. Molho de chutney de manga para acompanhar. Opção peixe é salmão assado com endro e gengibre com uma taça de Chardonnay. Opção carne é contrafilé assado com ervas com uma taça de Malbec. Bom domingo!
- Domingo de trabalho em casa é também dia de fazer pausa para cozinhar. A base dos dois pratos é idêntica e batizei com o mesmo nome: Prato Ministro Barroso. Composto de: Arroz negro acompanhado de cozido de palmito natural, abobrinha e tomate mais salada verde com tomate cereja. Molho de chutney de manga para acompanhar. Opção peixe é salmão assado com endro e gengibre com uma taça de Chardonnay. Opção carne é contrafilé assado com ervas com uma taça de Malbec. Bom domingo!
- Domingo de trabalho em casa é também dia de fazer pausa para cozinhar. A base dos dois pratos é idêntica e batizei com o mesmo nome: Prato Ministro Barroso. Composto de: Arroz negro acompanhado de cozido de palmito natural, abobrinha e tomate mais salada verde com tomate cereja. Molho de chutney de manga para acompanhar. Opção peixe é salmão assado com endro e gengibre com uma taça de Chardonnay. Opção carne é contrafilé assado com ervas com uma taça de Malbec. Bom domingo!
- Certa noite, nos anos 80, eu ainda um garoto recém-chegado ao Rio, estava bisbilhotando na estante de um amigo e encontrei o livro, “Picture”, de Lilian Ross. Em inglês. Com a ajuda de um dicionário, fui lendo e traduzindo a obra que falava sobre a realização de um filme produzido nos anos 50, do diretor John Houston, meu ídolo. O filme se chama “A Glória de Um Covarde”. Com o livro aprendi sobre a engrenagem de funcionamento de Hollywood na produção dos grandes filmes e a respectiva relação de amor e ódio de um diretor autor com esta “máquina artística”. Em 2005, o livro foi finalmente traduzido para o português, pela Companhia das Letras, e um exemplar está repousando feliz no meu acervo. É este da foto. Mas este pequeno texto não é sobre o livro e sim sobre a sua autora: Lillian Ross. Ela foi repórter da mítica revista New Yorker e escrevia a sua coluna na seção “The Talk of the Town”, por seis décadas. Sim, 60 anos. Literalmente, uma vida. E Lillian foi a mulher que começou a escrever reportagem com cara e jeito de ficção. Se você acha que foi Truman Capote, com o seu genial “Sangue Frio”, que inventou esta roda, dê uma olhada com quem ele conversava antes de escrever o seu livro. Ontem, Lillian faleceu, aos 99 anos, e deixou textos maravilhosos, tal como um retrato sobre Hemingway. Se você gosta de escrever ou ler e não a conhece, procure por seus textos. Hoje, com a internet, são bem fáceis de encontrar. Ao contrário dos longínquos anos 80, onde o acaso me apresentou a influente, rara e talentosa Lillian Ross.
- Certa noite, nos anos 80, eu ainda um garoto recém-chegado ao Rio, estava bisbilhotando na estante de um amigo e encontrei o livro, “Picture”, de Lilian Ross. Em inglês. Com a ajuda de um dicionário, fui lendo e traduzindo a obra que falava sobre a realização de um filme produzido nos anos 50, do diretor John Houston, meu ídolo. O filme se chama “A Glória de Um Covarde”. Com o livro aprendi sobre a engrenagem de funcionamento de Hollywood na produção dos grandes filmes e a respectiva relação de amor e ódio de um diretor autor com esta “máquina artística”. Em 2005, o livro foi finalmente traduzido para o português, pela Companhia das Letras, e um exemplar está repousando feliz no meu acervo. É este da foto. Mas este pequeno texto não é sobre o livro e sim sobre a sua autora: Lillian Ross. Ela foi repórter da mítica revista New Yorker e escrevia a sua coluna na seção “The Talk of the Town”, por seis décadas. Sim, 60 anos. Literalmente, uma vida. E Lillian foi a mulher que começou a escrever reportagem com cara e jeito de ficção. Se você acha que foi Truman Capote, com o seu genial “Sangue Frio”, que inventou esta roda, dê uma olhada com quem ele conversava antes de escrever o seu livro. Ontem, Lillian faleceu, aos 99 anos, e deixou textos maravilhosos, tal como um retrato sobre Hemingway. Se você gosta de escrever ou ler e não a conhece, procure por seus textos. Hoje, com a internet, são bem fáceis de encontrar. Ao contrário dos longínquos anos 80, onde o acaso me apresentou a influente, rara e talentosa Lillian Ross.
- Certa noite, nos anos 80, eu ainda um garoto recém-chegado ao Rio, estava bisbilhotando na estante de um amigo e encontrei o livro, “Picture”, de Lilian Ross. Em inglês. Com a ajuda de um dicionário, fui lendo e traduzindo a obra que falava sobre a realização de um filme produzido nos anos 50, do diretor John Houston, meu ídolo. O filme se chama “A Glória de Um Covarde”. Com o livro aprendi sobre a engrenagem de funcionamento de Hollywood na produção dos grandes filmes e a respectiva relação de amor e ódio de um diretor autor com esta “máquina artística”. Em 2005, o livro foi finalmente traduzido para o português, pela Companhia das Letras, e um exemplar está repousando feliz no meu acervo. É este da foto. Mas este pequeno texto não é sobre o livro e sim sobre a sua autora: Lillian Ross. Ela foi repórter da mítica revista New Yorker e escrevia a sua coluna na seção “The Talk of the Town”, por seis décadas. Sim, 60 anos. Literalmente, uma vida. E Lillian foi a mulher que começou a escrever reportagem com cara e jeito de ficção. Se você acha que foi Truman Capote, com o seu genial “Sangue Frio”, que inventou esta roda, dê uma olhada com quem ele conversava antes de escrever o seu livro. Ontem, Lillian faleceu, aos 99 anos, e deixou textos maravilhosos, tal como um retrato sobre Hemingway. Se você gosta de escrever ou ler e não a conhece, procure por seus textos. Hoje, com a internet, são bem fáceis de encontrar. Ao contrário dos longínquos anos 80, onde o acaso me apresentou a influente, rara e talentosa Lillian Ross.

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