Photos and video with hashtag #90smuse

#90smuse

  • 76 Photos
  • Small
  • Medium
  • Large
- 4ª parte ✨ *** Tim Burton avistou esse dom logo que a viu em um filme pela primeira vez. E se lembrou dela na hora de selecionar os atores para seu novo projeto, um filme sobre dois fantasmas que assombram uma família e fazem amizade com sua filha, Lydia Deetz, uma espécie de Vandinha. “Perguntei da Winona Ryder porque havia visto ela em ‘A Inocência do Primeiro Amor’, e ela tinha uma presença muito forte”, o diretor explicou no livro “Burton on Burton”. Ela também se parecia com a personagem, fisicamente. “Várias peças de roupa eram minhas mesmo”, Ryder contou à Vogue em 1989. “Minha pele era pálida daquele jeito.” E desde a primeira cena, recostada no sofá, ela emerge como uma Cleópatra anêmica no olho do furacão. “Minha vida é um quarto escuro”, Lydia diz sob um véu negro. E então: “pessoas vivas ignoram tudo que é esquisito e diferente. E eu sou esquisita e diferente.” Ryder sentiu uma afinidade com Burton, que era excêntrico como ela (“estou absolutamente só”, Lydia escreve no diário, em sua primeira narrativa Salingeresca, primeira de muitas). “Tim fala a minha língua, sabe?”, disse ela na época. “Compartilhamos a mesma sensibilidade.” Aparentemente, o mundo todo compartilhava. “Os Fantasmas se Divertem” rendeu US$ 32 milhões nas primeiras duas semanas, além de um Oscar por Melhor Maquiagem. Conforme Mark Salisbury escreveu no livro “Burton on Burton”, “ser esquisito era bom, aceitável, um triunfo”. Bem como #WinonaRyder. ***
- 4ª parte ✨ *** Tim Burton avistou esse dom logo que a viu em um filme pela primeira vez. E se lembrou dela na hora de selecionar os atores para seu novo projeto, um filme sobre dois fantasmas que assombram uma família e fazem amizade com sua filha, Lydia Deetz, uma espécie de Vandinha. “Perguntei da Winona Ryder porque havia visto ela em ‘A Inocência do Primeiro Amor’, e ela tinha uma presença muito forte”, o diretor explicou no livro “Burton on Burton”. Ela também se parecia com a personagem, fisicamente. “Várias peças de roupa eram minhas mesmo”, Ryder contou à Vogue em 1989. “Minha pele era pálida daquele jeito.” E desde a primeira cena, recostada no sofá, ela emerge como uma Cleópatra anêmica no olho do furacão. “Minha vida é um quarto escuro”, Lydia diz sob um véu negro. E então: “pessoas vivas ignoram tudo que é esquisito e diferente. E eu sou esquisita e diferente.” Ryder sentiu uma afinidade com Burton, que era excêntrico como ela (“estou absolutamente só”, Lydia escreve no diário, em sua primeira narrativa Salingeresca, primeira de muitas). “Tim fala a minha língua, sabe?”, disse ela na época. “Compartilhamos a mesma sensibilidade.” Aparentemente, o mundo todo compartilhava. “Os Fantasmas se Divertem” rendeu US$ 32 milhões nas primeiras duas semanas, além de um Oscar por Melhor Maquiagem. Conforme Mark Salisbury escreveu no livro “Burton on Burton”, “ser esquisito era bom, aceitável, um triunfo”. Bem como #WinonaRyder . ***
- 4ª parte ✨ *** Tim Burton avistou esse dom logo que a viu em um filme pela primeira vez. E se lembrou dela na hora de selecionar os atores para seu novo projeto, um filme sobre dois fantasmas que assombram uma família e fazem amizade com sua filha, Lydia Deetz, uma espécie de Vandinha. “Perguntei da Winona Ryder porque havia visto ela em ‘A Inocência do Primeiro Amor’, e ela tinha uma presença muito forte”, o diretor explicou no livro “Burton on Burton”. Ela também se parecia com a personagem, fisicamente. “Várias peças de roupa eram minhas mesmo”, Ryder contou à Vogue em 1989. “Minha pele era pálida daquele jeito.” E desde a primeira cena, recostada no sofá, ela emerge como uma Cleópatra anêmica no olho do furacão. “Minha vida é um quarto escuro”, Lydia diz sob um véu negro. E então: “pessoas vivas ignoram tudo que é esquisito e diferente. E eu sou esquisita e diferente.” Ryder sentiu uma afinidade com Burton, que era excêntrico como ela (“estou absolutamente só”, Lydia escreve no diário, em sua primeira narrativa Salingeresca, primeira de muitas). “Tim fala a minha língua, sabe?”, disse ela na época. “Compartilhamos a mesma sensibilidade.” Aparentemente, o mundo todo compartilhava. “Os Fantasmas se Divertem” rendeu US$ 32 milhões nas primeiras duas semanas, além de um Oscar por Melhor Maquiagem. Conforme Mark Salisbury escreveu no livro “Burton on Burton”, “ser esquisito era bom, aceitável, um triunfo”. Bem como #WinonaRyder. ***
- 3ª parte ✨ *** Seu primeiro papel central foi logo em seu segundo filme. Também foi a primeira de muitas personagens mais novas que sua idade de fato. No drama familiar “Ciranda de Ilusões”, Ryder, com 14 anos, interpreta Gemma, de 13, garota do interior que se apaixonada por um deficiente mental de 21 anos de idade (Rob Lowe) depois de deixar o avô (Jason Robards) para morar na cidade com a mãe (Jane Alexander). Alexander, também coprodutor executivo do filme, conta que o diretor Daniel Petrie avaliou centenas de garotas, “até Winona aparecer”. Ela havia trabalhado em apenas um filme, mas sua presença era retumbante. “Ela tinha uma personalidade forte bem singular — era muito autêntica, observadora, incisiva”, descreve Alexander. “Ela irradiava uma naturalidade, e não só em cena, como fora das telas.” Ryder creditou Alexander por ensiná-la a ter paciência entre tomadas, e Robards, por ensiná-la a ser mais natural. “Se eu não tivesse trabalhado com pessoas como Jane e Jason, provavelmente teria bombado diversos papéis”, disse ela. Ela se referia a Robards e Alexander como seus mentores, embora o segundo negue ter ensinado qualquer coisa a Ryder. “Se tive algum mérito, foi incentivá-la a acatar suas emoções”, conta Alexander. “Ela tirava emoções da manga.” *** #winonaryder #winonaryderbrasil 🌹
- 3ª parte ✨ *** Seu primeiro papel central foi logo em seu segundo filme. Também foi a primeira de muitas personagens mais novas que sua idade de fato. No drama familiar “Ciranda de Ilusões”, Ryder, com 14 anos, interpreta Gemma, de 13, garota do interior que se apaixonada por um deficiente mental de 21 anos de idade (Rob Lowe) depois de deixar o avô (Jason Robards) para morar na cidade com a mãe (Jane Alexander). Alexander, também coprodutor executivo do filme, conta que o diretor Daniel Petrie avaliou centenas de garotas, “até Winona aparecer”. Ela havia trabalhado em apenas um filme, mas sua presença era retumbante. “Ela tinha uma personalidade forte bem singular — era muito autêntica, observadora, incisiva”, descreve Alexander. “Ela irradiava uma naturalidade, e não só em cena, como fora das telas.” Ryder creditou Alexander por ensiná-la a ter paciência entre tomadas, e Robards, por ensiná-la a ser mais natural. “Se eu não tivesse trabalhado com pessoas como Jane e Jason, provavelmente teria bombado diversos papéis”, disse ela. Ela se referia a Robards e Alexander como seus mentores, embora o segundo negue ter ensinado qualquer coisa a Ryder. “Se tive algum mérito, foi incentivá-la a acatar suas emoções”, conta Alexander. “Ela tirava emoções da manga.” *** #winonaryder #winonaryderbrasil 🌹
- 3ª parte ✨ *** Seu primeiro papel central foi logo em seu segundo filme. Também foi a primeira de muitas personagens mais novas que sua idade de fato. No drama familiar “Ciranda de Ilusões”, Ryder, com 14 anos, interpreta Gemma, de 13, garota do interior que se apaixonada por um deficiente mental de 21 anos de idade (Rob Lowe) depois de deixar o avô (Jason Robards) para morar na cidade com a mãe (Jane Alexander). Alexander, também coprodutor executivo do filme, conta que o diretor Daniel Petrie avaliou centenas de garotas, “até Winona aparecer”. Ela havia trabalhado em apenas um filme, mas sua presença era retumbante. “Ela tinha uma personalidade forte bem singular — era muito autêntica, observadora, incisiva”, descreve Alexander. “Ela irradiava uma naturalidade, e não só em cena, como fora das telas.” Ryder creditou Alexander por ensiná-la a ter paciência entre tomadas, e Robards, por ensiná-la a ser mais natural. “Se eu não tivesse trabalhado com pessoas como Jane e Jason, provavelmente teria bombado diversos papéis”, disse ela. Ela se referia a Robards e Alexander como seus mentores, embora o segundo negue ter ensinado qualquer coisa a Ryder. “Se tive algum mérito, foi incentivá-la a acatar suas emoções”, conta Alexander. “Ela tirava emoções da manga.” *** #winonaryder #winonaryderbrasil 🌹
- 2ª parte ✨ *** Um ano depois, ela fez um teste para o diretor David Seltzer. Ele estava selecionando atrizes para seu novo filme, “A Inocência do Primeiro Amor”, para o papel de Rina, uma jovem adolescente completamente apaixonada pelo personagem do título (Corey Haim), que por sua vez está completamente apaixonado por uma cheerleader (Kerri Green), que está completamente apaixonada pelo capitão do time de futebol americano (Charlie Sheen). Seltzer elaborou o teste em torno de uma cena em particular, do lado de fora de uma festa da escola, onde Lucas foi rejeitado pela cheerleader. Sentado à beira de um rio, enquanto Lucas contempla uma ninfa de libélula engarrafada, Rina junta-se a ele e observa a feiúra do bicho. Lucas: Vai virar um belo inseto, Rina. Rina: Mas isso é possível? Lucas: Dá para imaginar? Transformar algo feio em algo belo? Rina: Não, francamente, não dá. “Li a cena com ela, e ela partiu meu coração, pois parecia falar uma verdade profunda mesmo”, contou Seltzer. “Imaginei que Winona seria relegada ao papel de amiga desajeitada pelo resto de sua carreira.” Ao ver a cena, fica difícil chegar a essa conclusão. Embora tivesse apenas 13 anos, Ryder, com sua quietude, sua entrega serena e a capacidade de encantar em silêncio, era uma ilha de carisma. Talvez tenha sido mérito da direção de Seltzer — “A câmera vai ler os seus pensamentos” —, ou talvez fosse o jeito dela mesmo. De qualquer forma, ela domina as poucas cenas em que aparece, e sua desenvoltura contrabalanceia a juventude agitada de Haim. (Seltzer admite: “não rolou muita química entre os dois, ela parecia tão mais velha que ele”.) No fim dos expedientes de filmagem, os jovens atores discutiam o que haviam aprendido com Seltzer, vangloriavam-se de sua técnica — menos Ryder. “David me ensinou a descascar laranjas de uma só vez”, disse ela, e Seltzer se lembra disso com um sorriso estampado. “Ela estava disposta a jogar o jogo. Isso é Winona pura.”
- 2ª parte ✨ *** Um ano depois, ela fez um teste para o diretor David Seltzer. Ele estava selecionando atrizes para seu novo filme, “A Inocência do Primeiro Amor”, para o papel de Rina, uma jovem adolescente completamente apaixonada pelo personagem do título (Corey Haim), que por sua vez está completamente apaixonado por uma cheerleader (Kerri Green), que está completamente apaixonada pelo capitão do time de futebol americano (Charlie Sheen). Seltzer elaborou o teste em torno de uma cena em particular, do lado de fora de uma festa da escola, onde Lucas foi rejeitado pela cheerleader. Sentado à beira de um rio, enquanto Lucas contempla uma ninfa de libélula engarrafada, Rina junta-se a ele e observa a feiúra do bicho. Lucas: Vai virar um belo inseto, Rina. Rina: Mas isso é possível? Lucas: Dá para imaginar? Transformar algo feio em algo belo? Rina: Não, francamente, não dá. “Li a cena com ela, e ela partiu meu coração, pois parecia falar uma verdade profunda mesmo”, contou Seltzer. “Imaginei que Winona seria relegada ao papel de amiga desajeitada pelo resto de sua carreira.” Ao ver a cena, fica difícil chegar a essa conclusão. Embora tivesse apenas 13 anos, Ryder, com sua quietude, sua entrega serena e a capacidade de encantar em silêncio, era uma ilha de carisma. Talvez tenha sido mérito da direção de Seltzer — “A câmera vai ler os seus pensamentos” —, ou talvez fosse o jeito dela mesmo. De qualquer forma, ela domina as poucas cenas em que aparece, e sua desenvoltura contrabalanceia a juventude agitada de Haim. (Seltzer admite: “não rolou muita química entre os dois, ela parecia tão mais velha que ele”.) No fim dos expedientes de filmagem, os jovens atores discutiam o que haviam aprendido com Seltzer, vangloriavam-se de sua técnica — menos Ryder. “David me ensinou a descascar laranjas de uma só vez”, disse ela, e Seltzer se lembra disso com um sorriso estampado. “Ela estava disposta a jogar o jogo. Isso é Winona pura.”
- 2ª parte ✨ *** Um ano depois, ela fez um teste para o diretor David Seltzer. Ele estava selecionando atrizes para seu novo filme, “A Inocência do Primeiro Amor”, para o papel de Rina, uma jovem adolescente completamente apaixonada pelo personagem do título (Corey Haim), que por sua vez está completamente apaixonado por uma cheerleader (Kerri Green), que está completamente apaixonada pelo capitão do time de futebol americano (Charlie Sheen). Seltzer elaborou o teste em torno de uma cena em particular, do lado de fora de uma festa da escola, onde Lucas foi rejeitado pela cheerleader. Sentado à beira de um rio, enquanto Lucas contempla uma ninfa de libélula engarrafada, Rina junta-se a ele e observa a feiúra do bicho. Lucas: Vai virar um belo inseto, Rina. Rina: Mas isso é possível? Lucas: Dá para imaginar? Transformar algo feio em algo belo? Rina: Não, francamente, não dá. “Li a cena com ela, e ela partiu meu coração, pois parecia falar uma verdade profunda mesmo”, contou Seltzer. “Imaginei que Winona seria relegada ao papel de amiga desajeitada pelo resto de sua carreira.” Ao ver a cena, fica difícil chegar a essa conclusão. Embora tivesse apenas 13 anos, Ryder, com sua quietude, sua entrega serena e a capacidade de encantar em silêncio, era uma ilha de carisma. Talvez tenha sido mérito da direção de Seltzer — “A câmera vai ler os seus pensamentos” —, ou talvez fosse o jeito dela mesmo. De qualquer forma, ela domina as poucas cenas em que aparece, e sua desenvoltura contrabalanceia a juventude agitada de Haim. (Seltzer admite: “não rolou muita química entre os dois, ela parecia tão mais velha que ele”.) No fim dos expedientes de filmagem, os jovens atores discutiam o que haviam aprendido com Seltzer, vangloriavam-se de sua técnica — menos Ryder. “David me ensinou a descascar laranjas de uma só vez”, disse ela, e Seltzer se lembra disso com um sorriso estampado. “Ela estava disposta a jogar o jogo. Isso é Winona pura.”
- Happy Thursday, folks! I had a good night's sleep, the kids slept in and I woke before them. I managed a few quiet moments {and a cup ☕} before they pitter-pattered down the stairs and it feels all sorts of lovely after the rainfall. So, today you get #90s Drew, because everyone loves bubblegum-haired and daisy adorned Drew 😍 and she sums up the #currentfeels perfectly 🌻 . . . . . . . . . #HappyThursday #DrewBarrymore #90sfilm #90sDrew #90sMuse #Itsthelittlethings #slowstarts #MorningBrew #LazyDays
- Happy Thursday, folks! I had a good night& #39;s sleep, the kids slept in and I woke before them. I managed a few quiet moments {and a cup ☕} before they pitter-pattered down the stairs and it feels all sorts of lovely after the rainfall. So, today you get #90s Drew, because everyone loves bubblegum-haired and daisy adorned Drew 😍 and she sums up the #currentfeels perfectly 🌻 . . . . . . . . . #HappyThursday #DrewBarrymore #90sfilm #90sDrew #90sMuse #Itsthelittlethings #slowstarts #MorningBrew #LazyDays
- Happy Thursday, folks! I had a good night's sleep, the kids slept in and I woke before them. I managed a few quiet moments {and a cup ☕} before they pitter-pattered down the stairs and it feels all sorts of lovely after the rainfall. So, today you get #90s Drew, because everyone loves bubblegum-haired and daisy adorned Drew 😍 and she sums up the #currentfeels perfectly 🌻 . . . . . . . . . #HappyThursday #DrewBarrymore #90sfilm #90sDrew #90sMuse #Itsthelittlethings #slowstarts #MorningBrew #LazyDays

This product uses the Instagram API but is not endorsed or certified by Instagram. All Instagram™ logos and trademarks displayed on this application are property of Instagram.